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ASSEMBLEIA DA ASSOJAF-15 APROVA CONTAS E ELEGE DELEGADOS PARA O 17º CONOJAF E 7º ENOJAP
A Assojaf-15 realizou, na noite da última terça-feira (14), Assembleia Geral Ordinária virtual para a apreciação das contas e a eleição das delegadas e delegados que representarão a Associação no 17º CONOJAF e 7º ENOJAP, em Brasília.
Durante a assembleia, foram apresentados os pareceres do Conselho Fiscal relativos aos exercícios de 2022, 2023, 2024 e 2025. Os documentos reconheceram a transparência e a responsabilidade da gestão na administração dos recursos da entidade, sem a identificação de irregularidades. Diante dos pareceres apresentados, as contas foram aprovadas por aclamação.
Na sequência, as associadas e os associados definiram os delegados que representarão a Assojaf-15 no Congresso Nacional, marcado para os dias 13 e 14 de agosto. O presidente João Paulo Zambom destacou a participação de três Oficiais da 15ª Região, Fer de Lima Vargas, Adilson Oliveira dos Santos e Vagner Oscar de Oliveira, como painelistas do CONOJAF de 2026, manifestando a satisfação da entidade com a representação no Congresso.
Em seguida, foram eleitos como delegadas e delegados da Assojaf-15: Fernanda Carolina Torres, Fer de Lima Vargas, Samir Merhej Silveira Bittar, Vagner Oscar de Oliveira, Henrique Augusto Hauschild, Sandra Popolo, Felipe Katayama, Felipe D’El Rei e Tatiana Faraldo Cariola. De acordo com o estatuto da Fenassojaf, o presidente da associação, João Paulo Zambom, é delegado nato. Também integram a delegação que estará em Brasília acompanhando o evento, os suplentes: Andrea Vieira Sako Garcia, Alexandre Luiz Grespan Cereja e Marcos José Pereira.
Informes sobre atuação em defesa dos Oficiais de Justiça
Informes sobre a atuação em defesa dos Oficiais de Justiça também fizeram parte da Assembleia. Entre eles, falaram sobre as reuniões com o deputado federal Jonas Donizette e com representantes do TRT da 15ª Região, nos quais foram debatidas a derrubada dos vetos relacionados à atividade de risco e ao reajuste salarial dos servidores, os projetos para a concessão do porte de arma, além da negociação coletiva no serviço público e a implementação da Resolução nº 600 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Em relação à norma do CNJ, a diretoria ressaltou a importância de preservar a autonomia funcional dos Oficiais de Justiça na utilização de ferramentas eletrônicas e na realização das diligências externas necessárias ao cumprimento dos mandados.
Os participantes ainda debateram problemas enfrentados no cotidiano profissional, como a manutenção da lotação originária, o déficit de Oficiais de Justiça, as pressões e as dificuldades de diálogo institucional.
Ao final, os diretores da Assojaf-15 agradeceram a participação e o reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela atual gestão na defesa das prerrogativas, da valorização e dos direitos dos Oficiais de Justiça da 15ª Região.
Da assessoria de imprensa, Caroline P. Colombo